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Quando comecei a lidar com computadores, uma das primeiras coisas que aprendi é que essas máquinas não são 100% confiáveis. Por melhor que seja o seu hardware, por mais que o sistema operacional esteja bem configurado e por mais experiente que seja o usuário, as chances de algo dar errado com a máquina existem e, não raramente, as vítimas dessa história podem ser os seus preciosos dados. Por esta razão fiz esta coluna, que mostra dicas e orientações sobre como e quando fazer backup (cópia de segurança) de seus arquivos para assim evitar o pânico de ter os seus dados perdidos.

O que é Backup?

O primeiro passo para uma pessoa ou para uma empresa entender o que é backup é ter a noção de que seus dados podem ter importância patrimonial e, portanto, devem receber o mesmo tratamento de outros itens de valor. Para avaliar o nível de valor que alguma coisa te representa, bastar imaginar quais as conseqüências que você teria ao perdê-la ou tê-la como inacessível. Por exemplo, suponha que você nunca tenha se preocupado em fazer revisões regulares em seu carro e, um belo dia, o veículo sofre uma pane minutos antes de um compromisso. Além do prejuízo com o reparo do carro, você pode ter perdido algo muito importante por não ter comparecido ao lugar que você ia.

Imagine agora o que aconteceria se o banco do qual você é cliente perdesse os dados de todas as contas. Como saber a quantidade de dinheiro que cada cliente possui? Como saber quem são os clientes? Esse talvez seja o exemplo que melhor ilustre a importância de encarar os dados como um patrimônio, como algo de valor.

Para você saber o quão importante são seus arquivos, imagine o que aconteceria se você os perdesse. Qual seria sua reação ao saber que seu acervo de mais de 10 mil músicas simplesmente sumiu? O que você faria se descobrisse que os arquivos de seu trabalho de conclusão de curso estão todos danificados? Quais seriam as conseqüências ao descobrir que o CD onde você guardou a única cópia de uma importante apresentação de slides está quebrado? O que diriam os seus amigos ao descobrirem que, por uma falha em seu computador, você perdeu todas as fotos daquele grandioso evento que vocês foram? Qual a desculpa que você daria ao seu chefe ao constatar que aquele relatório de mais de 100 páginas está corrompido?

Bom, se você imaginou as situações acima ou já passou por algo semelhante, já deve ter noção de todos os transtornos que isso pode causar. Então, com base nisso, pergunto: o que você faria para evitar que situações constrangedoras como essas te acontecessem? Se entre as opções que você cogitou está a de fazer cópias dos arquivos, meus parabéns, pois backup é exatamente isso, uma cópia que fica à sua disposição para o caso do arquivo original não puder ser usado por algum motivo. Agora que você já entendeu o espírito da coisa, que tal incluir o backup no seu cotidiano?

Com que freqüência fazer backup?

Um backup não serve apenas para ser usado no lugar de um arquivo danificado ou inacessível. A cópia também pode ser usada para consultar uma informação que, por um motivo ou outro, não existe na versão atual. Por isso, é importante ter em mente qual a finalidade do arquivo e com que freqüência ele é atualizado para definir o intervalo no qual as cópias de segurança devem ser feitas.

Se você possui, por exemplo, um pequeno comércio, talvez seja adequado fazer backup dos dados diariamente, já que clientes e pedidos novos são adicionados todos os dias. No entanto, se você está fazendo um trabalho de conclusão de curso, pode criar cópias toda vez que o arquivo for alterado.

Se você quer fazer cópias de seus arquivos de música, pode fazê-lo uma única vez, e apenas acrescentar as canções novas que adquirir. Isso porque os arquivos de música não são alterados constantemente. O mesmo vale para os seus vídeos, seus arquivos em PDF, suas fotos, enfim.

Aqui, no InfoWester, por exemplo, são realizadas cópias diárias e semanais. A base de dados do Blog InfoWester  é copiada diariamente, pois essa seção do site recebe informações novas regularmente, já que textos e comentários novos são adicionados praticamente todos dias. Por outro lado, os arquivos das matérias do site e o banco de dados do Fórum InfoWester são copiados semanalmente, já que não são alterados com uma freqüência muito alta.

Com base nesses exemplos, analise a sua situação para verificar quando fazer backup de seus arquivos. Via de regra, quanto mais atualizados e importantes eles forem, cópias mais freqüentes devem ser feitas.

Quantas cópias fazer?

Para definir a quantidade de cópias de arquivos a se fazer, você pode se basear em duas coisas: primeiro, na importância dos arquivos; segundo, na quantidade de dispositivos e meios de armazenamento que você vai usar.

O parâmetro da importância é trivial: quanto mais importantes forem os dados, mais backups devem ser feitos. Já o parâmetro dos dispositivos de armazenamento depende de vários fatores: vale a pena adquirir um equipamento próprio de backup? Usar o que tenho em mãos é suficiente?

No caso de empresas de grande porte, é comum a contratação ou mesmo a criação de centros de dados (data centers) próprios para o gerenciamento de backups. Uma empresa de porte médio ou pequeno pode preferir a aquisição de servidores específicos para esse fim – que tenham, por exemplo, um esquema de replicação de dados baseados em RAID.

A grande maioria dos usuários domésticos, no entanto, não precisa desse aparato todo. Seus arquivos de música, por exemplo, podem ser gravados em CDs ou DVDs. Se você tiver um segundo computador em casa, pode armazenar as cópias das músicas nele também. Se preferir, você pode comprar um HD externo próprio para backups.

Arquivos de trabalhos acadêmicos podem ser armazenados em vários lugares. Por exemplo, você pode manter uma cópia no seu computador, outra em um pendrive, e uma terceira no seu serviço de e-mail, já que a maioria oferece espaços generosos para isso, como é o caso do Gmail.

No entanto, não é porque você possui vários dispositivos de armazenamento que você precisa utilizar todos. Utilize apenas os que se mostrarem úteis e acessíveis. Aqui no InfoWester, por exemplo, mantemos os arquivos originais e mais três cópias de backup. Uma das cópias fica armazenada em um servidor na internet, assim é possível acessá-lo de qualquer lugar. A segunda cópia fica armazenada no computador usado para administrar o site, enquanto uma terceira cópia fica guardada em um HD externo, que pode ser facilmente transportado. Há ainda um quarto conjunto de cópias guardados em DVDs que contém versões antigas de artigos, de scripts e de imagens usadas no site.

Algumas formas interessantes de backup

Para a maioria das pessoas, fazer backup é uma chateação, principalmente quando os arquivos são grandes em tamanho ou numerosos. Mas há algumas formas de fazer isso de maneira indireta, quase que sem perceber. Eis algumas dicas para isso:

– Se você criou arquivos para um trabalho acadêmico, por exemplo, envie cópias aos seus colegas de grupo. Dessa forma, se a sua cópia, por algum motivo, estiver inacessível, um de seus colegas poderá substituí-la pela cópia que tem;

– Se você tem arquivos de música, vídeo, fotos, entre outros, pode dividi-los com seus amigos (desde que eles tenham gosto semelhante, é claro). Por exemplo, você pode enviar um DVD a um amigo contendo os vídeos da última festa que vocês participaram. Assim, se você perder os vídeos originais, poderá pedir ao amigo para lhe emprestar as suas cópias;

– Com a popularização das câmeras digitais, uma pessoa é capaz de gerar centenas e centenas de fotos. Quando passá-las ao seu computador, aproveite a oportunidade para guardá-las também em serviços de álbuns on-line, comoFlickr e o Picasa Web. Dessa forma, além de poder compartilhar as fotos com os amigos, você mantém uma cópia on-line, acessível em qualquer lugar. O mesmo vale para os vídeos. Você pode mandá-los para serviços como o YouTube. A maioria desses sites permite armazenar os arquivos tanto de forma pública (acessível a qualquer pessoa), quanto de forma privada (acessível somente às pessoas autorizadas);

– Crie versões de seus arquivos. Ao trabalhar em um arquivo, você pode fazer alterações irreversíveis e se arrepender. Por isso, sempre que fizer uma alteração significativa, salve o arquivo com outro nome ou em outro diretório. Assim, você poderá recorrer à versão anterior sempre que necessário.

Ferramentas de backup

Se você administra um negócio ou trabalha com muitos dados, vai mesmo ter que encarar uma rotina de backup. Felizmente, há várias ferramentas disponíveis para isso. A vantagem de utilizá-las é que você pode criar ou restaurar seus arquivos de backup rapidamente. Testamos algumas soluções voltadas ao usuário doméstico ou a empresas de pequeno porte. Pela facilidade de uso e por ser gratuito, escolhemos o seguinte programa:

Cobian Backup  (versão testada: 8.4.0.202): compatível com os Windows 98, Me, 2000, XP, 2003 e Vista, o Cobian Backup já chama a atenção logo de início por estar disponível em vários idiomas, inclusive português do Brasil. É possível selecionar o idioma desejado assim que a instalação do programa começar.

Cobian Backup

A utilização do programa é muito simples. Assim que instalá-lo, vá ao menu Tarefa e escolha Nova tarefa (supondo que você escolheu o idioma português do Brasil na instalação). Na opção Geral da janela que aparecer, dê um nome à tarefa (de preferência, um nome que faça alusão aos arquivos que você está copiando, por exemplo, “trabalhos faculdade”). Na opção Arquivo, você pode arrastar os arquivos dos quais quer fazer backup ou clicar no botão Acrescentar para adicionar arquivos ou diretórios separadamente.

Janela de tarefas no Cobian Backup

Na opção Programar, você pode agendar a realização de backups automáticos. Assim, o Cobian Backup fará cópias de seus arquivos sozinho, enquanto você executa alguma outra tarefa em seu PC. Você pode fazer agendamentos diários, semanais, mensais, anuais, programar uma data específica, escolher um certo dia da semana, entre outros. Se você quiser diminuir o tamanho do arquivo que guarda as cópias, basta ir à opção Arquivo Compactado e escolher o formato de compreensão. A compactação no formato ZIP talvez seja melhor, por ser mais popular.

Na opção Especial, você pode escolher arquivos ou pastas específicos para serem copiados. Em Eventos, é possível executar programas ou scripts antes ou após o backup (é uma opção avançada). Por fim, na opção Avançado, você pode escolher um usuário em específico para realizar o backup.

Assim que sua tarefa estiver pronta, basta executá-la usando os botões de execução na interface principal do programa ou no menu Tarefa. Use os menus Histórico do Backup e Log para acompanhar o status dos backups realizados. Nos arquivos de log é possível saber, por exemplo, quais arquivos não foram copiados por terem sido removidos, o que deu certo e o que deu errado, entre outros. Não se esqueça de ir em Lista e Salvar lista como para guardar a relação de todos os arquivos que foram copiados. Assim, quando quiser efetuar a operação de backup novamente, basta abrir essa lista e você não precisará indicar novamente quais arquivos e diretórios deverão sofrer backup.

Caso queira personalizar ao máximo o programa, vá ao menu Ferramentas e escolha Opções. Lá você pode realizar uma série de configurações no Cobian Backup, inclusive alterações visuais. Enfim, esse é um programa leve, de fácil utilização, com recursos interessantes e, vale relembrar, é gratuito. É uma das melhores opções para usuários domésticos e pequenos escritórios.

Opções de configuração do Cobian Backup

Mas se você não é usuário do Windows, saiba que também pode contar com boas ferramentas de backup. O Mac OS X, por exemplo, conta com uma ferramenta chamada iBackup, que também é gratuita e fácil de usar. Já os usuários de Linux podem contar, por exemplo, com o Konserve para o ambiente KDE, e com o SBackup (Simple Backup Solution) para o ambiente Gnome.

Konserve

Mas, se você não tem muitos arquivos ou diretórios, sequer necessita usar um programa específico para backup. Você pode fazer suas cópias usando compactadores/descompactores de arquivos como o WinZip, o Winrar ou o gratuitoFilZip, ou ainda, softwares de gravação de CD/DVD, como o Nero. No caso dos compactadores, basta abrir o programa escolhido, adicionar os arquivos e diretórios desejados, compactá-los e salvar o arquivo resultante em um CD, DVD, HD externo, etc.

Dicas finais

Agora que você já tem uma boa noção de quando e como fazer backup de seus arquivos, eis algumas dicas complementares:

– guarde suas cópias em lugares variados, inclusive fora de sua casa ou de seu escritório. Para isso, você pode utilizar serviços de armazenamento na internet, guardar seus arquivos na casa de um parente ou em outra filial de sua empresa, enfim;

– quando for inevitável guardar cópias de arquivos importantes em notebooks, PDAs, pendrives, CDs, HDs externos ou qualquer outro dispositivo semelhante, proteja-os com senhas ou com ferramentas de criptografia. Assim, você dificulta o acesso às suas informações sigilosas em caso de roubo ou perda do equipamento;

– não confie em disquetes para guardar seus backups. Esses dispositivos são obsoletos, extremamente frágeis e contam com baixa capacidade de armazenamento;

– ao contratar serviços de empresas especializadas em backup, procure referências que atestam a qualidade de seus serviços e observe se a companhia garante confidencialidade e disponibilidade;

– ao utilizar serviços de armazenamento de arquivos na internet, verifique as políticas de privacidade, disponibilidade e segurança do site. Não utilize serviços desconhecidos ou com poucas referências na internet;

– ao adquirir ferramentas de backup, prefira as que possuam meios de validar as cópias. Essa é uma forma de evitar, por exemplo, que cópias alteradas, danificadas ou geradas de forma incorreta sejam colocadas à disposição do usuário;

– seja organizado. Se você faz muitos backups, organize-os por data ou categoria. Assim, você acessará uma determinada cópia mais facilmente quando necessário;

– se você tem um site ou um blog, mantenha ao menos uma cópia dele em seu computador. Embora muitos serviços de hospedagem ofereçam a opção de backup, muita vezes é necessário pagar para acessar as cópias, e o processo de recuperação dos dados pode demorar várias horas.

Finalizando

Esteja certo de uma coisa: por melhor que seja o seu computador, os seus dados nunca estão 100% seguros. Embora eu espere que isso nunca aconteça com você, seu computador pode ser roubado, pode ser danificado por uma descarga elétrica (embora isso seja raro), pode ser abduzido por ETs, pode ter seus dados apagados por vírus e pode ser vítima de você mesmo – quem é que nunca sobrescreveu ou apagou um arquivo por engano? Por isso, crie o hábito de fazer cópias de segurança de seus arquivos, por mais cansativo que isso possa parecer. Quem já passou por isso, sabe: é uma sensação muito boa recuperar um arquivo importantíssimo simplesmente por ter uma cópia dele 🙂

FONTE: Infowester

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Introdução

A denominação cloud computing chegou ao conhecimento de muita gente em 2008, mas tudo indica que ouviremos este termo ainda por um bom tempo. Também conhecido no Brasil como computação nas nuvens ou computação em nuvem, cloud computing se refere, essencialmente, à ideia de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores.

Neste texto, você entenderá melhor o assunto e será apresentado aos conceitos relacionados.

 

Entendendo a cloud computing (computação nas nuvens)

Estamos habituados a armazenar arquivos e dados dos mais variados tipos e a utilizar aplicações de maneira on premise, isto é, instaladas em nossos próprios computadores. No ambiente corporativo, este cenário é apenas um pouco diferente, já que nele é mais fácil encontrar aplicações disponíveis em servidores que podem ser acessadas por qualquer terminal autorizado por meio de uma rede.

A principal vantagem deste modelo está no fato de ser possível, pelo menos na maioria das vezes, utilizar as aplicações mesmo sem acesso à internet ou à rede. Em outras palavras, é possível usar estes recursos de maneira off-line. Entretanto, todos os dados gerados estão restritos a este computador, exceto quando compartilhados em rede, coisa que não é muito comum no ambiente doméstico. Mesmo no ambiente corporativo, esta situação pode gerar algumas limitações, como a necessidade de se ter uma licença de um determinado software para cada computador, por exemplo.

A evolução constante da tecnologia computacional e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e cada vez mais rápido. Em países mais desenvolvidos, como Japão, Alemanha e Estados Unidos, é possível ter acesso rápido à internet pagando-se muito pouco. Esta tendência cria a condição perfeita para a popularização da cloud computing, fazendo com que o conceito se torne conhecido no mundo todo, inclusive no Brasil.

Com a cloud computing, muitos aplicativos, assim como arquivos e outros dados relacionados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário ou em um servidor próximo. Este conteúdo passa a ficar disponível nas nuvens, isto é, na internet. Ao fornecedor da aplicação cabe todas as tarefas de desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário não precisa se preocupar com nenhum destes aspectos, apenas com acessar e utilizar.

Um exemplo prático desta nova realidade é o Google Docs, serviço onde os usuários podem editar textos, fazer planilhas, elaborar apresentações de slides, armazenar arquivos, entre outros, tudo pela internet, sem necessidade de ter programas como Microsoft Office ou OpenOffice.org instalados em suas máquinas. O que o usuário precisa fazer é apenas abrir o navegador de internet e acessar o endereço do Google Docs para começar a trabalhar, não importando qual o sistema operacional ou o computador utilizado para este fim. Neste caso, o único cuidado que o usuário deve ter é o de utilizar um navegador de internet compatível, o que é o caso da maioria dos browsers da atualidade.

 

Algumas características da cloud computing

Cloud computing - computação nas nuvensTal como já informado, uma das vantagens da cloud computing é a possibilidade de se utilizar aplicações diretamente da internet, sem que estas estejam instaladas no computador do usuário. Mas, há outras significativos benefícios:

– Na maioria dos casos, o usuário pode acessar determinadas aplicações independente do seu sistema operacional ou de hardware;

– O usuário não precisa se preocupar com a estrutura para executar a aplicação: hardware, procedimentos de backup, controle de segurança, manutenção, entre outros, ficam a cargo do fornecedor do serviço;

– Compartilhamento de dados e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis, uma vez que todos os usuários acessam as aplicações e os dados do mesmo lugar: a “nuvem”. Muitas aplicações do tipo já são elaboradas considerando estas possibilidades;

– Dependendo do fornecedor, o usuário pode contar com alta disponibilidade, já que se um servidor parar de funcionar, por exemplo, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecer o serviço;

– O usuário pode contar com melhor controle de gastos. Muitas aplicações em cloud computing são gratuitas e, quando é necessário pagar, o usuário só o fará em relação aos recursos que usar ou ao tempo de utilização. Não é, portanto, necessário pagar por uma licença integral de uso, tal como acontece no modelo tradicional de fornecimento de software;

– Dependendo da aplicação, o usuário pode precisar instalar um programa cliente em seu computador. Mas, neste caso, todo ou a maior parte do processamento (e até mesmo do armazenamento de dados) fica por conta das “nuvens”.

Note que, independente da aplicação, com a cloud computing o usuário não necessita conhecer toda a estrutura que há por trás, ou seja, ele não precisa saber quantos servidores executam determinada ferramenta, quais as configurações de hardware utilizadas, como o escalonamento é feito, onde está a localização física do data center, enfim. O que importa ao usuário é saber que a aplicação está disponível nas nuvens, não importa de que forma.

 

Software as a Service (SaaS)

Intimamente ligado à cloud computing está o conceito de Software as a Service (SaaS) ou, em bom português,Software como Serviço. Em sua essência, trata-se de uma forma de trabalho onde o software é oferecido como serviço, assim, o usuário não precisa adquirir licenças de uso para instalação ou mesmo comprar computadores ou servidores para executá-lo. Nesta modalidade, no máximo, paga-se um valor periódico – como se fosse uma assinatura – somente pelos recursos utilizados e/ou pelo tempo de uso.

Para entender melhor os benefícios do SaaS, suponha que uma empresa que tem vinte funcionários necessita de um software para gerar folhas de pagamento. Há várias soluções prontas para isso no mercado, no entanto, a empresa terá que comprar licenças de uso do software escolhido e, dependendo do caso, até mesmo hardware para executá-lo. Muitas vezes, o preço da licença ou mesmo dos equipamentos pode gerar um custo alto e não compatível com a condição de porte pequeno da empresa.

Se, por outro lado, a empresa encontrar um fornecedor de software para folhas de pagamento que trabalha com o modelo SaaS, a situação pode ficar mais fácil: essa companhia poderá, por exemplo, oferecer este serviço por meio de cloud computing e cobrar apenas pelo número de usuários e/ou pelo tempo de uso.

Desta forma, a empresa interessada paga um valor baixo pelo uso da aplicação. Além disso, hardware, instalação, atualização, manutenção, entre outros, ficam por conta do fornecedor. Também é importante levar em conta que o intervalo entre a contratação do serviço e o início de sua utilização é extremamente baixo, o que não aconteceria se o software tivesse que ser instalado nos computadores do cliente. Este só precisa se preocupar com o acesso ao serviço (no caso, uma conexão à internet) ou, se necessário, com a simples instalação de algum recurso mínimo, como um plugin no navegador de internet de suas máquinas.

IBM e HP são dois exemplos de companhias que já oferecerem soluções em SaaS: HP SaaSIBM SaaS.

PaaS, DaaS, IaaS e TaaS

O mercado trabalha atualmente com conceitos derivados do SaaS, utilizados por algumas companhias para diferenciar os seus serviços. São eles:

– Platform as a Service (PaaS): Plataforma como Serviço. Trata-se de um tipo de solução mais amplo para determinadas aplicações, incluindo todos (ou quase todos) os recursos necessários à operação, como armazenamento, banco de dados, escalabilidade (aumento automático da capacidade de armazenamento ou processamento), suporte a linguagens de programação, segurança e assim por diante;

– Database as a Service (DaaS): Banco de Dados como Serviço. O nome já deixa claro que esta modalidade é direcionada ao fornecimento de serviços para armazenamento e acesso de volumes de dados. A vantagem aqui é que o detentor da aplicação conta com maior flexibilidade para expandir o banco de dados, compartilhar as informações com outros sistemas, facilitar o acesso remoto por usuários autorizados, entre outros;

– Infrastructure as a Service (IaaS):  Infraestrutura como Serviço. Parecido com o conceito de PaaS, mas aqui o foco é a estrutura de hardware ou de máquinas virtuais, com o usuário tendo inclusive acesso a recursos do sistema operacional;

– Testing as a Service (TaaS): Ensaio como Serviço. Oferece um ambiente apropriado para que o usuário possa testar aplicações e sistemas de maneira remota, simulando o comportamento destes em nível de execução.

 

Exemplos de aplicações em cloud computing

Os termos cloud computing e computação nas nuvens são relativamente recentes, como você já sabe, mas se analisarmos bem, veremos que a ideia não é, necessariamente, nova. Serviços de e-mail, como Gmail e Yahoo! Mail; discos virtuais na internet, como Dropboxsites de armazenamento e compartilhamento de fotos ou vídeos, como FlickrYouTube. Todos são exemplos de aplicações que, de certa forma, estão dentro do conceito de computação nas nuvens.

Note que todos estes serviços não são executados no computador do usuário, mas este pode acessá-los de qualquer lugar, muitas vezes sem necessidade de instalar aplicativos em sua máquina ou de pagar licenças de software. No máximo, paga-se um valor periódico pelo uso do serviço ou pela contratação de recursos adicionais, como maior capacidade de armazenamento de dados, por exemplo.

Abaixo, uma breve lista de serviços que incorporam claramente o conceito de cloud computing:

– Google Apps: este é um pacote de serviços que o Google oferece que conta com aplicativos de edição de texto, planilhas e apresentações (Google Docs), ferramenta de agenda (Google Calendar), comunicador instantâneo integrado (Google Talk), e-mail com o domínio próprio (por exemplo, contato@infowester.com), entre outros. Todos estes recursos são processados pelo Google – o cliente precisa apenas criar as contas dos usuários e efetuar algumas configurações. O Google Apps oferece pacotes gratuitos e pagos, de acordo com o número de usuários. Um dos maiores clientes do Google Apps é a Procter & Gamble, que contratou os serviços para mais de 130 mil colaboradores;

– Amazon: a Amazon é um dos maiores serviços de comércio eletrônico do mundo. Para suportar o volume de vendas no período de Natal, a empresa montou uma superestrutura de processamento e armazenamento de dados, que acaba ficando ociosa na maior parte do ano. Foi a partir daí que a companhia teve a ideia de “alugar” estes recursos, o que acabou resultando em serviços como o Simple Storage Solution (S3) para armazenamento de dados e Elastic Compute Cloud (EC2) para uso de máquinas virtuais. É possível saber mais sobre as soluções oferecidas pela Amazon nesta página;

– Panda Cloud Antivirus: como o nome indica, este é um programa antivírus da Panda Software, mas com uma grande diferença: a maior parte do trabalho necessário à ferramenta para pesquisar e eliminar malwares fica por conta das “nuvens”. Com isso, de acordo com a Panda, essa solução acaba evitando que o antivírus deixe o computador lento;

Panda Cloud Antivirus
Panda Cloud Antivirus

– Aprex: brasileiro, o Aprex oferece um conjunto de ferramentas para uso profissional, como calendário, gerenciador de contatos, lista de tarefas, disco virtual, blog, serviço de e-mail marketing, apresentações, entre outros. Tudo é feito pela Web e, no caso de empresas, é possível até mesmo inserir logotipo e alterar o padrão de cores das páginas. Há opções de contas gratuitas e pagas;

iCloudanunciado em junho de 2011, trata-se de um serviço da Apple que armazena músicas, fotos, vídeos, documentos e outras informações do usuário. Seu objetivo é o de fazer com que a pessoa utilize “as nuvens” em vez de um computador em sua rede como “hub” para centralizar suas informações. Com isso, se o usuário atualizar as informações de um contato no iPhone, por exemplo, o iCloud poderá enviar os dados alterados automaticamente para outros dispositivos.

 

Nuvem privada (private cloud)

Até agora, tratamos a computação nas nuvens como um sistema composto de duas partes: o provedor da solução e o utilizador, que pode ser uma pessoa, uma empresa ou qualquer outra organização. Podemos entender este contexto como um esquema de nuvem pública. No entanto, especialmente no que diz respeito ao segmento corporativo, é possível também o uso do que se conhece como nuvem privada.

Do ponto de vista do usuário, a nuvem privada (private cloud) oferece praticamente os mesmos benefícios da nuvem pública. A diferença está, essencialmente, nos “bastidores”, uma vez que os equipamentos e sistemas utilizados para constituir a nuvem estão dentro da infraestrutura da própria corporação.

Em outras palavras, a empresa faz uso de uma nuvem particular, construída e mantida dentro de seus domínios. Mas o conceito vai mais além: a nuvem privada também considera a cultura corporativa, de forma que políticas, objetivos e outros aspectos inerentes às atividades da companhia sejam respeitados.

A necessidade de segurança e privacidade é um dos motivos que levam uma organização a adotar uma nuvem privada. Em serviços de terceiros, cláusulas contratuais e sistemas de proteção são os recursos oferecidos para evitar acesso não autorizado ou compartilhamento indevido de dados. Mesmo assim, uma empresa pode ter dados críticos por demais para permitir que outra companhia responda pela proteção e disponibilização destas informações. Ou, então, a proteção oferecida pode simplesmente não ser suficiente. Em situações como estas é que o uso de uma nuvem privada se mostra adequado.

Uma nuvem privada também pode oferecer a vantagem de ser “moldada” com precisão às necessidades da companhia, especialmente em relação a empresas de grande porte. Isso porque o acesso à nuvem pode ser melhor controlado, assim como a disponibilização de recursos pode ser direcionada de maneira mais eficiente, aspecto que pode impactar diretamente na rotina corporativa.

Empresas como Microsoft, IBM e HP oferecem soluções para nuvens privadas. As entidades interessadas, no entanto, devem contar com profissionais ou mesmo consultoria especializada na criação e na manutenção da nuvem, afinal, uma implementação mal executada pode interferir negativamente no negócio.

Os custos de equipamentos, sistemas e profissionais da nuvem privada poderão ser elevados no início. Por outro lado, os benefícios obtidos a médio e longo prazo, como ampla disponibilidade, agilidade de processos e os já mencionados aspectos de segurança compensarão os gastos, especialmente se a implementação for otimizada com virtualização, padronização de serviços, entre outros.

 

Nuvem híbrida (hybrid cloud)

Para a flexibilização de operações e até mesmo para maior controle sobre os custos, as organizações podem optar também pela adoção de nuvens híbridas. Nelas, determinadas aplicações são direcionadas às nuvens públicas, enquanto que outras, normalmente mais críticas, permanecem sob a responsabilidade de sua nuvem privada. Pode haver também recursos que funcionam em sistemas locais (on premise), complementando o que está nas nuvens.

Perceba que nuvens públicas e privadas não são modelos incompatíveis entre si. Não é preciso abrir mão de um tipo para usufruir do outro. Pode-se aproveitar o “melhor dos dois mundos”, razão pela qual as nuvens híbridas (hybrid cloud) são uma tendência muito forte nas corporações.

A implementação de uma nuvem híbrida pode ser feita tanto para atender a uma demanda contínua, quanto para dar conta de uma necessidade temporária. Por exemplo, uma instituição financeira pode integrar à sua nuvem privada um serviço público capaz de atender a uma nova exigência tributária. Ou então, uma rede de lojas pode adotar uma solução híbrida por um curto período para atender ao aumento das vendas em uma época festiva.

É claro que a eficácia de uma nuvem híbrida depende da qualidade da sua implementação. É necessário considerar aspectos de segurança, monitoramento, comunicação, treinamento, entre outros. Este planejamento é importante para avaliar inclusive se a solução híbrida vale a pena. Quando o tempo necessário para a implementação é muito grande ou quando há grandes volumes de dados a serem transferidos para os recursos públicos, por exemplo, seu uso pode não ser viável.

 

Um pouco sobre a história da cloud computing

Computação nas nuvens não é um conceito claramente definido. Não se trata, por exemplo, de uma tecnologia pronta que saiu dos laboratórios pelas mãos de um grupo de pesquisadores e posteriormente foi disponibilizada no mercado. Esta característica faz com que seja difícil identificar com precisão a sua origem. Mas há alguns indícios bastante interessantes.

Um deles remete ao trabalho desenvolvido por John McCarthyFalecido em outubro de 2011, o pesquisador foi um dos principais nomes por trás da criação do que conhecemos como inteligência artificial, com destaque para a linguagem Lisp, até hoje aplicada em projetos que utilizam tal conceito.

John McCarthy - Imagem por Wikipedia
John McCarthy – Imagem por Wikipedia

Além deste trabalho, no início da década de 1960, John McCarthy tratou de uma ideia bastante importante:computação por tempo compartilhado (time sharing), onde um computador pode ser utilizado simultaneamente por dois ou mais usuários para a realização de determinadas tarefas, aproveitando especialmente o intervalo de tempo ocioso entre cada processo.

Perceba que, desta forma, é possível aproveitar melhor o computador (na época, um dispositivo muito caro) e diminuir gastos, uma vez que o usuário somente paga, por exemplo, pelo tempo de uso do equipamento. É, de certa forma, uma ideia presente na computação nas nuvens.

Quase que na mesma época, o físico Joseph Carl Robnett Licklider entrou para a história ao ser um dos pioneiros da internet. Isso porque, ao fazer parte da ARPA (Advanced Research Projects Agency), lidou com a tarefa de encontrar outras utilidades para o computador que não fosse apenas a de ser uma “poderosa calculadora”.

Nesta missão, Licklider acabou sendo um  dos primeiros a entender que os computadores poderiam ser usados de maneira conectada, de forma a permitir comunicação de maneira global e, consequentemente, o compartilhamento de dados. Seu trabalho determinou a criação da Intergalactic Computer Network, que posteriormente deu origem àARPANET, que por sua vez “abriu as portas” para a internet.

Embora possamos associar várias tecnologias, conceitos e pesquisadores ao assunto, ao juntarmos os trabalhos de John McCarthy e J.C.R. Licklider podemos ter uma grande ajuda na tarefa de compreender a origem e a evolução da cloud computing.

 

Por que uma nuvem?

Ao consultar livros de redes, telecomunicações e afins, pode-se perceber que o desenho de uma nuvem é utilizado para fins de abstração. Neste sentido, a nuvem representa uma rede de algum tipo cuja estrutura não precisa ser conhecida, pelo menos não naquele momento.

Por exemplo, se a ideia é a de explicar como funciona uma tecnologia de comunicação que interliga duas redes de computadores, não é necessário detalhar as características de cada uma. Assim, pode-se utilizar uma nuvem para indicar que há redes ali.

A computação nas nuvens simplesmente absorveu esta ideia, mesmo porque o desenho de uma nuvem, seguindo a ideia da abstração, passou também a representar a internet.

 

Finalizando

Na verdade, qualquer tentativa de definir o que é cloud computing pode não ser 100% precisa. Isso porque as ideias por trás da noção de computação nas nuvens são muito novas e as opiniões de especialistas em computação ainda divergem. Mas a noção básica é a que foi explicada neste artigo.

É claro que ainda há muita coisa por fazer. Por exemplo, a simples ideia de determinadas informações ficarem armazenadas em computadores de terceiros (no caso, os fornecedores de serviço), mesmo com documentos garantindo a privacidade e o sigilo, preocupam pessoas e, principalmente, empresas, motivo pelo qual este ponto precisa ser melhor estudado. Além disso, há outras questões, como o problema da dependência de acesso à internet: o que fazer quando a conexão cair? Algumas companhias já trabalham em formas de sincronizar aplicações off-line com on-line, mas tecnologias para isso ainda precisam evoluir bastante.

De qualquer forma, o futuro aponta para esse caminho. Além das mencionadas empresas neste artigo, companhias como Dell, Intel, Oracle e Microsoft já estão trabalhando nas mais variadas soluções para cloud computing. Esta última, por exemplo, já até anunciou o Azure, uma plataforma própria para a execução de aplicações nas “nuvens”.

Saiba mais sobre o assunto nas páginas que serviram de referência para este texto:

– en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing;
– videos.techielife.com/what-is-cloud-computing/video-online/2008/11/13 (vídeo);
– knowledge.wpcarey.asu.edu/article.cfm?articleid=1614.

FONTE: Infowester

Regar as plantas é uma tarefa que muita gente acaba deixando de lado quando tem um dia muito corrido. Mas com um kit com a plataforma Arduino promete acabar com este problema. Recentemente, o desenvolvedor Randy Sarafan criou um sistema de irrigação autônomo que promete se encarregar deste dever.

Kit promete regar plantas automaticamente.

O projeto foi pensado por conta de uma necessidade básica das plantas que muitas pessoas acabam esquecendo ou então tendo que contratar alguém para se certificar de que os vegetais serão recados. Graças a um engenhoso sistema controlado por uma placa Arduino e que detectará automaticamente qual será o melhor momento para dar água às plantas, agora elas não vão mais “ter sede”.

O kit é bem simples: um copo com água, com um cabo de onde o líquido é puxado pela caixa que tem o Arduino. Esta caixa, na hora certa, irriga o vaso da planta. O sistema é fácil de montar e de executar. Basta ligar o box na tomada e conectar sensores na terra do vaso. São eles que irão determinar a hora de molhar a planta.

Para fazer o projeto ainda mais perfeito, o desenvolvedor adicionou ainda linhas de código que permitem que o usuário programe o horário de funcionamento do sistema. Assim, não será necessário deixá-lo rodando todo o dia, apenas enquanto você não estiver em casa. Interessante, não?

Assista a um vídeo do projeto abaixo:

A Microsoft substituiu, nesta terça-feira (31), o Hotmail pelo Outlook.com. Com isso, a nova plataforma de e-mail é a terceira geração do seu serviço de webmail. A novidade permite que você faça a migração de uma outra conta de e-mail, independente do provedor, seja Gmail, Yahoo, Aol ou de qualquer outro serviço de e-mail. Confira abaixo o passo a passo que o TechTudo preparou para te ensinar a migrar seus e-mails do Gmail e do Yahoo para o Outlook.com.

Passo 1. Entre no Outlook.com e faça seu login;

Passo 2. Clique no botão “Opções” na parte superior à direita e depois em “Mais configurações de e-mail”;

Passo 3. Agora em “Gerenciando sua conta” procure por “Enviando/recebendo e-mails de outras contas” e aperte nele;

Passo 4. Assim que abrir, logo na parte superior, aparecerá”Você pode receber e-mails destas contas”. Abaixo disso, clique no link “Adicione uma conta de e-mail”;

Passo 5. Na janela que abriu, insira seu e-mail, seja “@Gmail”; “@Yahoo”; “@Aol” ou qualquer um que tenha suporte à POP3, e posteriormente digite a sua senha e selecione “Avançar”. Caso seu e-mail não seja um dos citados acima e tenha suporte ao protocolo POP3, você pode adicioná-lo clicando em “Opções avançadas” para inserir Usuário POP3, Servidor de entrada e Porta do protocolo;

Passo 6. Após confirmar, você pode personalizar uma pasta separada para o recebimento de e-mail da conta importada ou se preferir direcionar todas as mensagens para sua caixa de entrada, além de escolher um ícone para diferenciar. Depois de fazer suas escolhas, clique no botão “Salvar” (esse procedimento poderá levar alguns minutos para fazer as configurações necessárias).

Pronto! Se você tiver muitas mensagens na conta de e-mail que você está importando, o procedimento levará até um dia, segundo a equipe do Outlook.com.

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Chamadas feitas à numeração antiga serão completadas até o dia 7 de agosto, promete Anatel.

Com a mudança dos dígitos de telefones sob domínio da área de código 11, que desde o último domingo (29/07) receberam o dígito 9 à frente da sequência de números, o total de combinações disponíveis no Estado de São Paulo saltou de 44 milhões para 90 milhões, um acréscimo de 46 milhões.

De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), atualmente há 34,2 milhões de acessos móveis ativos e oito milhões em estoque nas prestadoras. Desta forma, 95% dos números possíveis na área 11 foram atribuídos e 77% estão em uso.

A Anatel esclarece que até o dia 7 de agosto as chamadas com a combinação antiga, de oito dígitos, serão completadas. De 8 de agosto a 16 de setembro, as ligações serão interceptadas com o aviso sobre a mudança, cabendo à operadora determinar se ela será concluída ou não. A partir desta data, até o dia 15 de janeiro, as chamadas não serão concluídas e será mantido o aviso sobre a mudança.

O órgão explica que o restante do País deve  receber o nono dígito futuramente, mas que ainda não há prazo para isso acontecer.

       Cerca de dez dias depois da proibição, Anatel considera plano de investimentos das três empresas, avaliado em R$ 20 bilhões até 2014, como satisfatório!

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou nesta quinta-feira (02/08) que Oi, TIM e Claro estão autorizadas a habilitar, já a partir desta sexta-feira (03/08), linhas de celulares. A decisão veio cerca de dez dias depois da proibição, vigente deste 23 de julho, por conta da má-prestação de serviços.

À época, o órgão explicou que, para retornarem às atividades, as companhias deveriam apresentar um plano de investimento, detalhando como melhorariam sua infraestrutura para elevar o índice de satisfação dos clientes. O prazo para a apresentação era de 30 dias.

Por comunicado, o presidente da Anatel, João Rezende, informou que as propostas foram consideradas satisfatórias e que serão acompanhadas trimestralmente pela agência. Caso não haja evolução positiva nos indicadores, a comercialização e a ativação podem ser novamente suspensas. “A expansão da base de assinantes deve ser acompanhada por investimentos que permitam a melhoria contínua da qualidade do serviço. As prestadoras devem entregar aos seus clientes tudo aquilo que prometem”, disse, por meio de nota.

No período de 2012-2014, as três prestadoras se comprometeram a investir R$ 20 bilhões para melhorias no serviço. A TIM ficou proibida de vender em 19 Estados brasileiros, a Oi em cinco e a Claro em três.

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Caro internauta,  meu nome é Lucas Rodrigues, tenho 25 anos e sou o fundador da empresa Titan Sistemas, exerço a profissão de técnico em informática e resolvi criar este blog para dividir com você algumas de minhas experiências e trocar informações sobre tecnologia.

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Espero que goste dos posts, que ao longo do tempo irão melhorando cada vez mais.